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15 de março de 2011

LENTES QUE ACESSAM A INTERNET - SÉRIE: Tecnologia, um adianto ou uma ameaça? (Parte 2)

LENTES QUE ACESSAM A INTERNET:
Esses são exemplos da tecnologia que nos ajudam, creio eu né. Mas como não tem limites, vamos inovar direito então!

Imagine estar dirigindo seu carro e, ao mesmo tempo, você visualiza o GPS como se estivesse suspenso no ar. Você olha um monumento arquitetônico e no mesmo instante pode ver tudo o que se sabe sobre ele. Ou então, acessar a internet sem que ninguém perceba o que está fazendo.

Pois é! É assim que engenheiros e cientistas da Universidade de Washington, nos EUA, planejam o futuro. Estão desenvolvendo lentes de contato de silício com pequenos circuitos integrados que projetam imagens do tamanho do nosso olho. Seriam mesmo como monitores, permitindo ver ao mesmo tempo o mundo real e virtual.
As aplicações destas lentes são inúmeras e certamente irão revolucionar a forma como vemos as coisas. Dentre alguns dos seus recursos, podemos destacar o reconhecimento e a memorização de rostos, lugares, nomes, visualizar condições do tempo, o velocímetro do seu carro e muito mais. Os desenvolvedores do projeto disseram que as lentes em nada diferem das lentes convencionais, para correção de problemas de visão, a não ser pelo fato de possuírem um micro monitor ajustado ao olho humano.

As lentes ainda não estão sendo comercializadas e ainda não se sabe se poderão causar danos à visão. Mas o que se sabe é que em um futuro não muito distante elas serão combinadas à várias outras inovações, como os sensores vocais que podem enviar e receber as frequências das cordas vocais permitindo a chamada “telepatia virtual”, mas isto já é um outro assunto.

11 de março de 2011

Sonda Voyager atinge os limites do Sistema Solar

1977. A Nasa lança no espaço a sonda Voyager 1, dias depois de lançar a sonda Voyager 2. O objetivo era pesquisar planetas fora do alcance de missões tripuladas. A bordo, um disco de cobre e ouro, contendo uma seleção de imagens e sons que, segundo a agência, melhor representa o planeta Terra, uma espécie de apresentação para outras civilizações.

Menos de dois anos depois do lançamento, a Voyager chegou ao ponto mais próximo do maior planeta do Sistema Solar. Registrou milhares de imagens de Júpiter e suas luas.

Em 1980, entrou no sistema de Saturno. Fotografou sete anéis em volta do planeta e confirmou a existência das luas. Depois de sua missão planetária, a Voyager partiu para voos mais longos. Começou a explorar as fronteiras do Sistema Solar e atingiu o que os cientistas chamam de heliosfera.

A heliosfera é uma grande bolha que envolve o Sistema Solar. Um conjunto de partículas emanadas pelo Sol viaja a uma velocidade supersônica. Mas num cetrto ponto da heliosfera, esse vento começa a encontrar matérias vindas de fora do Sistema Solar, e muda de direção.

Essa mudança foi identificada pelos cientistas que analisaram informações enviadas pela sonda Voyager 1. E como eles sabem que nesse ponto está o limite entre o Sistema Solar e o sistema interestelar? Chegaram à conclusão que a Voyager está perto dessa fronteira, a 17,4 bilhões de quilômetros do Sol.

O que é perto e o que é longe, no espaço, é bastante relativo, mas os cientistas da Nasa acreditam que, em mais cinco anos, a Voyager estará viajando pelo espaço além do Sistema Solar. Quando isso acontecer, a Voyager ainda terá mais 15 anos de trabalho. A nave robô mostra que pode continuar surpreendendo, além do sistema regido pelo Sol. 1977. A Nasa lança no espaço a sonda Voyager 1, dias depois de lançar a sonda Voyager 2. O objetivo era pesquisar planetas fora do alcance de missões tripuladas. A bordo, um disco de cobre e ouro, contendo uma seleção de imagens e sons que, segundo a agência, melhor representa o planeta Terra, uma espécie de apresentação para outras civilizações.



Menos de dois anos depois do lançamento, a Voyager chegou ao ponto mais próximo do maior planeta do Sistema Solar. Registrou milhares de imagens de Júpiter e suas luas.

Em 1980, entrou no sistema de Saturno. Fotografou sete anéis em volta do planeta e confirmou a existência das luas. Depois de sua missão planetária, a Voyager partiu para voos mais longos. Começou a explorar as fronteiras do Sistema Solar e atingiu o que os cientistas chamam de heliosfera.

A heliosfera é uma grande bolha que envolve o Sistema Solar. Um conjunto de partículas emanadas pelo Sol viaja a uma velocidade supersônica. Mas num cetrto ponto da heliosfera, esse vento começa a encontrar matérias vindas de fora do Sistema Solar, e muda de direção.

Essa mudança foi identificada pelos cientistas que analisaram informações enviadas pela sonda Voyager 1. E como eles sabem que nesse ponto está o limite entre o Sistema Solar e o sistema interestelar? Chegaram à conclusão que a Voyager está perto dessa fronteira, a 17,4 bilhões de quilômetros do Sol.

O que é perto e o que é longe, no espaço, é bastante relativo, mas os cientistas da Nasa acreditam que, em mais cinco anos, a Voyager estará viajando pelo espaço além do Sistema Solar. Quando isso acontecer, a Voyager ainda terá mais 15 anos de trabalho. A nave robô mostra que pode continuar surpreendendo, além do sistema regido pelo Sol.